sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Raiva

  A raiva sempre passa mas também sempre deixa algumas marcas 
  vestígios de ódio pelo travesseiro,
  Cicatrizes de angustia pelo coração.
  A raiva no outro dia é lembrança, 
  é remorso, é impotência.
  Em mim a raiva dói,
  e se transforma em lágrimas, 
  que se transformam em palavras,
  palavras mal escritas em uma folha qualquer.
  As palavras se transformam em pequenos versos,
  e os pequenos versos se transformam nesse poema.

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